Sobre este vinho
De coloração vermelho-púrpura profundo, apresenta aromas intensos que remetem a cerejas e morangos delicadamente mesclados com notas de tabaco, cedro e alecrim, complementados por um leve toque defumado. Na boca, mostra-se suculento, com taninos doces e maduros que conferem boa estrutura e volume. Fresco e elegante, com um final persistente. Recomendado para guarda.
Avaliações de críticos
A safra 2021 foi fresca em todo o Vale Central e isso resultou, em muitos casos, em vinhos menos maduros e com menor teor alcoólico. Neste novo Coyam, esse efeito se faz sentir. Os aromas no nariz vão se abrindo aos poucos, partindo de especiarias e ervas até frutas vermelhas maduras. A boca se mostra enérgica, suculenta em acidez, mas também com uma agradável doçura que o torna muito fluido. A primeira versão do Coyam foi em 2001 e representou o primeiro vinho tinto da propriedade Los Robles, um terroir de cerca de 150 hectares plantados com vinhedos em 1992. Neste ano, este multiblend é composto por 38% de syrah, 37% de carménère, 8% de cabernet sauvignon, 5% de carignan, 4% de garnacha, 4% de mourvèdre, 2% de petit verdot, 1% de malbec e 1% de tempranillo. Passou 14 meses de estágio em barrica, sendo 70% em barricas, 20% em foudres e o restante em ovos de concreto.
A vinícola
EmilianaEm 1986, a Emiliana separou-se da Concha y Toro para iniciar sua trajetória como vinícola independente. Após apostar no cultivo orgânico de seus vinhedos, nos últimos anos foi ainda mais longe, abraçando também a agricultura biodinâmica. Atualmente, das suas 857 hectares de vinhedos, 700 estão certificadas como biodinâmicas. O grande impulsionador da transformação da Emiliana na maior vinícola o…
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